Ontem o blog fez um ano de existência, e na correria nem tive como vir aqui dizer alguma coisa.
Muito aconteceu desde que eu decidi criar esse espaço.
A mudança de carreira, depois de entrar na faculdade pela qual eu tentei por 5 anos.
A quarta mudança de cidade em 3 anos.
A dedicação ao que realmente me satisfaz.
A quantidade de outros endereços que conheci.
As receitas e experiências lidas, o conhecimento adquirido.
O início de uma nova vida, certamente.
Ainda não consigo vir aqui o tanto que eu gostaria, mas com uma média de um post quinzenal, até que não está tão ruim.
Aproveito essa rápida publicação para agradecer a quem me incentivou a começar o blog, aos que serviram de cobaia para as receitas postadas, e claro, a quem visita, comenta e curte as publicações no facebook.
Agora... bora trabalhar!
Até a próxima! E que venham os próximos anos!
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Pavê de Limão e Chocolate
Prestes a completar o primeiro ano de blog, venho deixar uma sobremesa com cara de churrasco de domingo.
É tão fácil e eu já fiz tantas vezes, que achei até que já tinha postado.
O que você vai precisar
- 2 barras de chocolate meio amargo
- 2 latas de creme de leite
- 1 lata de leite condensado
- 250gr de rosquinha de leite
- 100ml de leite
- 2 limões
- 2 cl de sopa de conhaque
Modo de Preparo
- derreta as duas barras de chocolate, deixando um pedaço pequeno para decoração.
- misture o um creme de leite e o conhaque, reserve.
- em outro recipiente misture o leite condensado com o outro creme de leite.
- adicione o suco dos dois limões e misture bem, reserve.
- mergulhe as rosquinhas no leite e forre o fundo de uma travessa.
- cubra com o creme de chocolate, e coloque mais uma camada de biscoitos por cima.
- finalize com a mistura de limão.
- deixe na geladeira por, no mínimo, 2 horas.
Dicas
- pode trocar o chocolate meio amargo por ao leite, se gostar de sobremesas mais doces.
- para decorar cubra com raspas de chocolate e/ou limão.
- se não gosta de bebida alcoólica, retire.
- substitua o conhaque por whisky ou rum, se preferir.
- eu fiz com limão Tahiti, mas dá para fazer com o Siciliano, fica mais suave.
Resultado: sobremesa simples, super rápida de fazer, e bem gostosa!
É tão fácil e eu já fiz tantas vezes, que achei até que já tinha postado.
O que você vai precisar
- 2 barras de chocolate meio amargo
- 2 latas de creme de leite
- 1 lata de leite condensado
- 250gr de rosquinha de leite
- 100ml de leite
- 2 limões
- 2 cl de sopa de conhaque
Modo de Preparo
- derreta as duas barras de chocolate, deixando um pedaço pequeno para decoração.
- misture o um creme de leite e o conhaque, reserve.
- em outro recipiente misture o leite condensado com o outro creme de leite.
- adicione o suco dos dois limões e misture bem, reserve.
- mergulhe as rosquinhas no leite e forre o fundo de uma travessa.
- cubra com o creme de chocolate, e coloque mais uma camada de biscoitos por cima.
- finalize com a mistura de limão.
- deixe na geladeira por, no mínimo, 2 horas.
Dicas
- pode trocar o chocolate meio amargo por ao leite, se gostar de sobremesas mais doces.
- para decorar cubra com raspas de chocolate e/ou limão.
- se não gosta de bebida alcoólica, retire.
- substitua o conhaque por whisky ou rum, se preferir.
- eu fiz com limão Tahiti, mas dá para fazer com o Siciliano, fica mais suave.
Resultado: sobremesa simples, super rápida de fazer, e bem gostosa!
domingo, 22 de julho de 2012
O Bom(?) Atendimento
Desde que resolvi entrar para a área da Gastronomia, e possivelmente até um pouco antes, eu comecei a reparar mais nos estabelecimentos em geral. Até para ter uma noção do que fazer e não fazer quando, e se, eu tiver meu próprio.
E ao que tudo indica, a situação, pelo menos aqui em São Paulo, é feia.
Uma das primeiras coisas, se não a primeira, que você repara ao entrar em um restaurante, lanchonete, café, bistrô e afins, é o atendimento. Se demorou entre você entrar no lugar, ser percebido e ser atendido, se quem te atendeu foi educado, prestativo, e por ai vai.
E é incrível como existe uma falha nesse quesito. Desde a barraquinha que você compra um refrigerante na estação de metrô, até um restaurante de shopping de alto padrão, o atendimento é ruim.
Não sei dizer se a "culpa" é do estabelecimento que não prepara e cobra dos funcionários uma atitude melhor, ou se dos próprios atendentes que não se importam em prestar um serviço agradável, aceitável.
Acho possível, também, que parte disso tudo venha dos próprios clientes não reclamarem, não exigirem uma melhora. Quando se está em um restaurante, é mal atendido e diz que não vai pagar o serviço, as pessoas fazem cara feia, terminam o atendimento da pior forma possível, e fica por isso mesmo. Eles recuperam o valor na mesa seguinte.
Falta qualificação na mão de obra? Claro, como em qualquer outra área. Mas, e ai pessoal, vamos nos mexer?
As empresas estão investindo em formas alternativas de venderem seus serviços. Além do delivery pelo telefone, agora também é possível fazer pedidos pela internet. A intenção é que cada vez menos o cliente tenha contato com o atendente, para evitar uma experiência ruim e que parem de consumir da empresa.
Mas isso funciona? Não em todos os casos. Tenho costume de pedir online há alguns meses, e já tive problemas. Pedido errado, faltando itens, faltando troco. Fora a grande possibilidade da comida chegar fria, toda torta e desmontada pela falta de cuidado do entregador. Aí ou você se sujeita a entrar em contato com um atendente, ou deixa por isso mesmo e continua ignorando e engolindo o mal atendimento.
O que fazer então? Deixar uma reclamação a cada estabelecimento? Desistir de sair para qualquer lugar em que você dependa de um atendimento? Pedir em casa pelo telefone, pela internet? Não comer mais fora, e só cozinhar em casa?
Eu não sei se me tornei uma pessoa muito chata e crítica, ou se realmente o atendimento no geral, está muito ruim.
Será que fora da Grande São Paulo, ou mesmo fora do Brasil, a situação é melhor?
E ao que tudo indica, a situação, pelo menos aqui em São Paulo, é feia.
Uma das primeiras coisas, se não a primeira, que você repara ao entrar em um restaurante, lanchonete, café, bistrô e afins, é o atendimento. Se demorou entre você entrar no lugar, ser percebido e ser atendido, se quem te atendeu foi educado, prestativo, e por ai vai.
E é incrível como existe uma falha nesse quesito. Desde a barraquinha que você compra um refrigerante na estação de metrô, até um restaurante de shopping de alto padrão, o atendimento é ruim.
Não sei dizer se a "culpa" é do estabelecimento que não prepara e cobra dos funcionários uma atitude melhor, ou se dos próprios atendentes que não se importam em prestar um serviço agradável, aceitável.
Acho possível, também, que parte disso tudo venha dos próprios clientes não reclamarem, não exigirem uma melhora. Quando se está em um restaurante, é mal atendido e diz que não vai pagar o serviço, as pessoas fazem cara feia, terminam o atendimento da pior forma possível, e fica por isso mesmo. Eles recuperam o valor na mesa seguinte.
Falta qualificação na mão de obra? Claro, como em qualquer outra área. Mas, e ai pessoal, vamos nos mexer?
As empresas estão investindo em formas alternativas de venderem seus serviços. Além do delivery pelo telefone, agora também é possível fazer pedidos pela internet. A intenção é que cada vez menos o cliente tenha contato com o atendente, para evitar uma experiência ruim e que parem de consumir da empresa.
Mas isso funciona? Não em todos os casos. Tenho costume de pedir online há alguns meses, e já tive problemas. Pedido errado, faltando itens, faltando troco. Fora a grande possibilidade da comida chegar fria, toda torta e desmontada pela falta de cuidado do entregador. Aí ou você se sujeita a entrar em contato com um atendente, ou deixa por isso mesmo e continua ignorando e engolindo o mal atendimento.
O que fazer então? Deixar uma reclamação a cada estabelecimento? Desistir de sair para qualquer lugar em que você dependa de um atendimento? Pedir em casa pelo telefone, pela internet? Não comer mais fora, e só cozinhar em casa?
Eu não sei se me tornei uma pessoa muito chata e crítica, ou se realmente o atendimento no geral, está muito ruim.
Será que fora da Grande São Paulo, ou mesmo fora do Brasil, a situação é melhor?
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Livros: Saldo de Junho
Férias da faculdade começando, procuro algo para
fazer.
E porque não apostar em livros?
Livro de ficção, sobre uma mulher que aprende a cozinhar ainda
criança. Abre seu restaurante, onde também dá aulas de culinárias. Ao
longo das páginas ela retrata a história de oito alunos que se conheceram em um
de seus cursos, como eles se relacionam com os ingredientes e entre si.
Sempre tive uma grande vontade de estudar sobre o
assunto, mas não sabia ao certo por onde começar. Achei que esse livro seria
uma boa ideia.
“Se nos basearmos na informação de
que a cozinha tem sido equiparada à linguagem, nesse livro o leitor irá viajar
entre vocábulos (ingredientes) organizados pelas regras de gramática (as
receitas), de sintaxe (o cardápio) e de retórica (comportamento de convívio),
numa analogia que não funciona apenas no plano técnico-estrutural, mas também
para os valores simbólicos de ambos. Historiadores, antropólogos e sociólogos
ainda discutem aqui o papel da cozinha como instrumento definidor da identidade
cultural.”
E porque não apostar em livros?
Em um e-mail de uma livraria, achei algo que parecia interessante,
e o preço, mais ainda.
Escola dos Sabores de Erica Bauermeinster
Livro de ficção, sobre uma mulher que aprende a cozinhar ainda
criança. Abre seu restaurante, onde também dá aulas de culinárias. Ao
longo das páginas ela retrata a história de oito alunos que se conheceram em um
de seus cursos, como eles se relacionam com os ingredientes e entre si.
Na sinopse do próprio livro uma parte me chamou a atenção:
"A cada aula, ela lhes apresenta um
novo desafio: nada de receitas tradicionais, com quantidades definidas e
descrição do modo de preparo. Em vez disso, coloca diante deles apenas alguns
ingredientes essenciais e os convida a fechar os olhos e se deixarem levar
pelos sentidos."
Tem um tom quase de autoajuda e romance água
com açúcar, mas vamos ver o que esse livro me reserva.
Na semana passada ocorreu aqui em
São Paulo a FISPAL (Feira Internacional de Produtos e
Serviços para a Alimentação) e a SIAL (Salão
Internacional de Alimentação).
Eu aproveitei, para conhecer as tendências e
novidades na área, e fui. Chegando lá, em meio a vários stands com comidas,
bebidas e máquinas, avistei o da Editora Senac.
Saí de lá com dois livros na sacola.
Iniciação à Enologia de Aristides de Oliveira Pacheco
Sempre tive uma grande vontade de estudar sobre o
assunto, mas não sabia ao certo por onde começar. Achei que esse livro seria
uma boa ideia.
Na sinopse do site da Editora consta:
“Longe de pretender-se completo ou
aprofundado, esse livro aborda os assuntos básicos sobre os vinhos e seus
derivados, objetivando dar subsídios aos estudantes dos cursos superiores de
turismo, hotelaria e gastronomia para aprofundarem seus estudos, assim como
fornecer aos leitores em geral elementos para uma boa escolha nesse mercado
hoje tão vasto.”
E, O Mundo na Cozinha – História, identidade, trocas, de vários
autores e organizado por Massimo Montanari
Após um semestre de aulas sobre
história da alimentação, resolvi me aprofundar um pouco mais no tema. Quando
encontrei esse livro, pensei que poderia ter encontrado o começo da solução
para a questão.
Na introdução de Massimo:
“Se nos basearmos na informação de
que a cozinha tem sido equiparada à linguagem, nesse livro o leitor irá viajar
entre vocábulos (ingredientes) organizados pelas regras de gramática (as
receitas), de sintaxe (o cardápio) e de retórica (comportamento de convívio),
numa analogia que não funciona apenas no plano técnico-estrutural, mas também
para os valores simbólicos de ambos. Historiadores, antropólogos e sociólogos
ainda discutem aqui o papel da cozinha como instrumento definidor da identidade
cultural.”
Assim que conseguir concluir as
leituras trago uma opinião mais aprofundada sobre os livros.
Enquanto isso, se alguém tiver
dicas de livros, ou já leu algum desses e quer dizer o que achou, sintam-se à vontade!
terça-feira, 3 de julho de 2012
Frango com Cidra
Demorei, mas estou de volta!
Se você, assim como eu, está com aquela cidra emperrada na geladeira, eu
tenho a solução!
Aquela, que você ganhou na cesta de natal da empresa, e não usou na
virada do ano, e nem pretende tomar, sabe?
Então...
Aí vai uma opção de preparo bem rapidinho.
O que você vai precisar?
- 500g de drumet* de frango
- ½ cebola pizada
- 1 dente de alho picado
- 200ml de cidra
- sal, orégano e manjericão a gosto
* para quem não sabe, assim como eu até pouco tempo, drumet é a coxinha
da asa.
Modo de Preparo
- em uma panela média, refogue a cebola e o alho em um fio de azeite
- coloque o frango e deixe dourar
- acrescente o sal, e as ervas
- por fim junte a cidra e deixe cozinhar até secar, mexendo de tempos em
tempos
Dificuldade: pouca
Rendimento: serve 2 pessoas
Custo: baixo
O resultado é um frango dourado, agridoce e quase caramelizado.
Posso dizer que não recebi reclamações.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Escondidinho de Carne Moída
Comprei uns brinquedinhos
novos e precisava fazer alguma coisa para estrear.
Como o tempo
estava curto, decidi por algo rápido, prático e gostoso, claro.
Está aí:
Escondidinho de Carne Moída com Purê de Batatas
O que você
vai precisar:
| Fotos: Rose Castilho |
- 3 batatas
médias
- 2 colheres de sopa de leite
- 1 colher
de sobremesa de margarina
- 300g de patinho
moído
- ½ cebola
pequena picada
- 1 dente de
alho picado
- 3 fatias
de queijo muçarela
- sal a
gosto
- orégano a
gosto
- queijo
ralado a gosto
Modo de
Preparo:
Purê de
Batatas
- corte as
batatas e cozinhe em água com sal
- amasse com
um garfo ou espremedor
- acrescente
o leite e a margarina e corrija o sal se necessário
- reserve
Carne
- refogue a
cebola e o alho em um fio de azeite
- adicione a
carne e acerte o sal
- refogue
até ficar dourada
- reserve
Montagem
- coloque a
carne no potinho até a metade
- cubra com
uma fatia de queijo
- acrescente
o purê
- salpique o
orégano e o queijo ralado
- aqueça em
forno médio por 10 minutos
Dicas:
- você pode
acrescentar azeitonas na carne.
- eu sempre
gosto de colocar uma pitada de molho inglês quando estou refogando a carne, dá
um sabor a mais.
- siga a
receita de purê que você preferir.
- também
pode trocar a carne pela de sua preferência.
- se não tiver os ramekins pode fazer uma porção única, maior.
Dificuldade: pouca
Rendimento: 3 porções (ramekin de 11cm)
Custo: baixo
| Esse queijo no meio é incrível. |
Como acompanhamento eu usei uma salada verde com cenoura.
Mesmo que esse não seja o escondidinho original, aquele com purê de mandioca e carne seca, eu gosto bastante e acho mais rápido de fazer.
Aceito
dicas, sugestões e críticas.
Até a
próxima!
sexta-feira, 4 de maio de 2012
O Mercado - Eu Fui
Apesar do atraso, venho
hoje falar sobre a feira gastronômica, O Mercado, que aconteceu no
último dia 21/04, no pátio do restaurante Sal Gastronomia, em Higienópolis - São
Paulo/SP.
| Os vinhos de Daniela Bravin e os Cannolis de Alexandre Leggieri (ao fundo) |
Como a maioria já deve
saber, a ideia partiu de dois grandes chefs, Henrique Fogaça , dono do
restaurante onde foi o evento , e Checho Gonzales – da Cebicheria Gonzales.
O espaço contava com mais
11 chefs, fora os idealizadores, servindo comida de barraquinha de feira na
madrugada paulistana.
A estimativa é de que a
feira tenha recebido 1000 pessoas e cerca 2000 não tenham entrado.
O evento abria as portas
às 00hr e iria até às 05hr. Eu cheguei às 00h02 e me deparei com uma fila
enorme.
Bom sinal! Parecia que a
coisa tinha sido bem divulgada e que devia realmente ser de qualidade. Afinal,
quando você se depara com um restaurante vazio, a primeira impressão é a de que
é ruim.
Após 1h30 de fila, já
começava a me questionar sobre ser, de fato, um bom sinal.
Começou a garoar.
Eu persisti.
E depois de mais 1h30 de
fila, consegui entrar!
O local era pequeno, e as
pessoas entravam em grupos e se apertavam, para que permanecessem em torno de
100 a 150 pessoas no pátio. Logo que
cheguei fui surpreendida, no bom sentido, por aceitar cartão para compra dos
vales usados nas barracas.
| Não resisti. |
Me deparei com Alex Atala
prestigiando o evento. E, surpresa novamente, ele foi super simpático com todos,
dando entrevistas, tirando fotos, e é claro, comendo. E também aproveitando
para ter uma noção do que pode ser o Chefs Na Rua, evento que faz parte da
Virada Cultural, que acontece agora dia 05/05 e 06/05 (do qual eu volto para
falar em breve), e que ele fará parte.
Apesar de todos os
contratempos (fila, lotação, chuva, gente mal educada e, ter acabado o Buraco
Quente e os Cebiches antes de eu entrar), foi muito bacana e valeu a pena ter
esperado por 3hr.
Infelizmente o cansaço
estragou um pouco e me fiz voltar para casa e comer aqui, perdendo parte da
graça.
Mas vamos as comida, ou pelo menos ao que eu consumi delas.
- Arepa de frango: massa de milho de canjica grelhada com recheio de frango.(na frente)
- Hambúrguer de Carne de Porco com Erva-Doce e Laranja. (ao fundo)
- Cannoli tradicional e de nutela. (ambos esquerda)
- Arroz de Puta Rica (não tá na foto porque comi lá).
- E tomei duas cervejas, uma dinamarquesa (lata escura) e uma escocesa (lata azul).
| As comidas em casa Fotos: Rose Castilho |
Como o intuito é de que a feira
seja mensal, espero que da próxima vez seja mais organizado, e se possível em
um local maior.
Não dá para só reclamar
(como muitos fizeram). Por ser uma primeira edição, por ter dado tão certo a
ponto de faltar comida, e por ser uma iniciativa muito bacana e com comida de
qualidade, espero ansiosamente a próxima edição!
Obs.: Não consegui tirar
muitas fotos porque minha pobre câmera não é tão funcional na chuva.
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